Os jurados do 2º Prêmio Syngenta de Música Instrumental
de Viola definiram os violeiros finalistas que participarão da
final do festival no dia 1º de novembro, no Teatro Alfa, em São
Paulo. Foram classificados para a final: Adelmo Arcoverde
com a música “Repente Instrumental nº 1”; Adilson
Rodrigues, “De Galho em Galho”; Amauri Falabella, “Deixa
Di Sê Besta”; André Siqueira, “Tangram”,
Chico Moreira, “Cachorro Doido”; Cláudio Rabeca, “Cobra
de Resguardo”; Daniel de Paula, “Curva de Rio”; Elias
Kopcak, “Flecha do Tempo”; Lauri da Viola, “Viola Regateira”;
Leonardo Mariani, “Baião Violado”; Luiz Celso, “Passarinho”;
Márcio Freitas, “Tocaia”; Marcus Ferrer, “Toada
Serra Mar”; Neimar Dias, “Capim 1”; Paulo Mourão, “Na
Imensidão do Meu Silêncio”; e Rogério Gulin, “Tempestade”.
Para o violeiro Ivan Vilela, curador e jurado do Prêmio, “a
diversidade está cada vez mais presente dentro da criação
musical no mundo da viola. Diferentes tipos de musicalidade, que utilizam
a viola como porta-voz, o fazem com muita propriedade”. Vilela
destaca ainda o crescente interesse pelo instrumento por uma faixa etária
mais jovem.
Paulo Freire, que também integra o júri do Prêmio,
faz uma avaliação quanto a capacidade musical dos classificados
para a final. “Os violeiros escolhidos para a final são
de alto nível. Os jurados terão muito trabalho para definir
os vencedores. Alguns são mais ligados à tradição
da viola e outros voltados para caminhos mais modernos. A viola se apresenta
com os mais diversos sotaques das regiões do País.”
Os vencedores receberão prêmios em dinheiro, sendo R$ 10
mil para o primeiro lugar; R$ 8 mil para o segundo; R$ 6 mil para o terceiro;
R$ 4 mil para o quarto e R$ 3 mil para o quinto. Além dos prêmios
de Revelação, Aclamação e Participação.
Os 16 concorrentes se apresentarão ao mesmo tempo que estará sendo
gravado um CD ao vivo com eles.
No domingo, dia 18, aconteceu
a última eliminatória do festival
em Curitiba. Paulo Freire fez o show de abertura na sala Salvador de Ferrante
do Teatro Guaíra que ficou completamente lotado. O Festival teve
ainda outras cinco eliminatórias ao longo do ano, quatro delas em
capitais e uma no interior paulista. Pela ordem foram: São Paulo,
Goiânia, Belo Horizonte, Ribeirão Preto e Recife.