Eliminatória
de Piracicaba traz 16 concorrentes do
Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola
No dia 21 de agosto acontece a 3ª eliminatória do Prêmio
Syngenta de Música Instrumental de Viola, no Teatro Municipal
de Piracicaba. Nesta etapa, 16 violeiros estarão concorrendo
para a grande final, a realizar-se em São Paulo, em data a
ser definida. Lançado em maio com o objetivo de estimular a
produção de novas composições instrumentais,
bem como para facilitar o surgimento de novos intérpretes,
o festival recebeu 173 inscrições de músicas
de violeiros de todo o País. A 1ª eliminatória
do Prêmio foi realizada no dia 27 de junho, em São Paulo
e a segunda, no dia 14 de agosto, em Brasília.
Lembrando que a entrada
para a eliminatória é gratuita, o violeiro, e também
curador do Prêmio, Ivan Vilela fará um show de abertura
nessa etapa. Vilela é mestre em composição musical
pela Unicamp, diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica
de Violas. Já foi indicado para prêmios importantes da
música brasileira como Sharp e APCA e tem ajudado na divulgação
da viola através de shows realizados por todo o Brasil, além
de países da Europa como Inglaterra, Itália, França,
Espanha e Portugal.
Além de Ivan Vilela,
também participam do júri o violonista Paulo Bellinati
e o crítico de música Tárik de Souza. Bellinati
é um dos violonistas e compositores que mais atuam no exterior,
tendo se apresentado em mais de 30 países. Foi vencedor do
grande Prêmio Casa das Américas, com a composição
"Jongo". Já tocou com nomes importantes da música
brasileira, como Edu Lobo, Chico Buarque e Gal Costa, entre outros.
Tárik de Souza é crítico musical do Jornal do
Brasil e curador da série de música popular brasileira,
da Editora 34, entre outros trabalhos.
As seis eliminatórias
selecionarão 16 finalistas, que terão suas obras incluídas
em um CD gravado ao vivo durante a final em São Paulo. O júri
divulgará os finalistas das eliminatórias após
a última fase em Cuiabá. Os vencedores receberão
prêmios em dinheiro, sendo R$ 10 mil para o primeiro lugar;
R$ 8 mil para o segundo; R$ 6 mil para o terceiro; R$ 4 mil para o
quarto e R$ 2 mil para o quinto. Além de outros prêmios,
totalizando R$ 43 mil.
As outras eliminatórias
serão realizadas em Curitiba, dia 25 de setembro, no Ópera
de Arame; em Belo Horizonte, dia 26 de setembro, no Teatro do Sesi
Minas e, em Cuiabá, dia 2 de outubro, no Teatro da Universidade.
Para
assistir à eliminatória e ao show de Ivan Vilela, no
Teatro Municipal, em Piracicaba, o público deve retirar os
ingressos de terça a domingo, das 16 às 19 horas, na
bilheteria do teatro. Mais informações sobre os ingressos:
(19) 3433-4952.
SELECIONADOS
PARA A 3ª ELIMINATÓRIA DO PRÊMIO
SYNGENTA DE MÚSICA INSTRUMENTAL DE VIOLA
21 de agosto - Teatro Municipal de Piracicaba
Andréa Carneiro de Souza - Música selecionada: Blueseira
- Graduada em Musicoterapia pelo Conservatório Brasileiro de
Música; em Licenciatura Plena, com Habilitação
em Música, pela UNIRIO; e Mestre em Música Brasileira,
com dissertação em Educação Musical, pela
mesma instituição. Estudou ainda com Almir Chediak,
Leo Soares, Felícia Wang, Célia Vaz, Carlos Alberto
de Carvalho, entre outros. Participou da Orquestra Rio de Violões
(com a qual gravou um LP, 1989) e da Orquestra de Violões dirigida
por Turíbio Santos (com a qual gravou um CD, 1998). Participou
da gravação do CD "Ouro Preto em Seresta",
de Roberto Sonair, em 2004. E de oficinas de viola ministradas por
Roberto Corrêa, Ivan Vilela e Braz da Viola. Atualmente, desenvolve
um trabalho camerístico solo e de pesquisa com o instrumento
viola de 10 cordas.
Elias Kopcak - 8 de junho
- Nascido em 06 de junho de 1975 em Santo André-SP, Elias Kopcak
começou a tocar viola caipira em 1996, assim que se mudou para
Campinas-SP. Em 2001 participou da criação da Orquestra
Filarmônica de Violas, onde atua como músico, professor
e monitor. Em 2001 concorreu no festival de Música Caipira
de São Bernardo do Campo-SP, conquistando o prêmio de
Revelação Instrumental, com composição
de sua autoria. Em 2002 criou, junto com João Paulo Amaral
e Rodrigo Nali, o Trio Carapiá, grupo instrumental de viola
caipira. Atualmente o trio prepara o lançamento do seu primeiro
CD. Elias Kopcak faz parte do Núcleo da Cultura Caipira, associação
que tem como objetivo a divulgação da cultura caipira.
Enúbio Queiroz -
No Batidão da Viola - Formou-se em violão pelo conservatório
Renato Fratesch (Uberaba-MG), Carlos Gomes (S.J. Rio Preto-SP), Academia
Sta. Cecília (Goiânia-Go) e Academia de Musica de Osasco
(São Paulo). É professor de viola caipira e tem uma
dupla sertaneja com seu filho: Danúbio (nome artístico
de Enúbio) e Felipe Queiroz. Possui dois CDs Instrumentais
de Viola Caipira: "Série Viola Refinada I e II" (Gravadora
Movie Play do Brasil) e o CD "Riacho dos Passarinhos" (Gravadora
Live Music). Ainda participou do Método "Repertório
de Ouro para Viola Caipira" (Editora Ricordi do Brasil); três
Vídeos-Aula Viola Caipira: Básico - Intermediário
- Avançado (Editora Aprenda Música); Método de
Violão, aulas práticas e teóricas (Independente);
três Vídeos-aula Violão Sertanejo: Básico
- Intermediário - Avançado, (Editora Aprenda Música)
e CD "Canções do meu Sertão", de Danúbio
e Felipe Queiroz.
Fernando
Caselato - Novos Rumos - Músico nascido em 1970, em Itajaí
(SC), iniciou os estudos de música aos dezoito anos de idade
em Curitiba (PR). Trabalha profissionalmente como professor de música,
músico acompanhante e solista há 12 anos em Bauru (SP).
Dedica-se a compor e a lecionar viola brasileira desde 1998. Estudos:
Violão erudito, Violão MPB, Guitarra Jazz, Contrabaixo,
Percussão, Viola Caipira (Autodidata), Arranjo, Composição
e Improvisação. Professores: Amilton Godoy, Aldo Landi,
Valdomiro Prodóssimo, Paulo Flores, Zé Eduardo Nazário.
Gilmar França - Ribeirão dos Cavalos - A dupla David
e Gilmar iniciou a carreira aos 7 e 6 anos de idade, respectivamente,
cantando em bares na cidade mineira de Boa Esperança. Depois
de passarem por São João Del Rei, voltaram para Boa
Esperança, em 1978, e foram convidados pelo apresentador "Bolinha"
a se apresentarem ao vivo em seu programa na Rede Bandeirantes. Aos
17 e 16 anos, graças aessa apresentação, surgiram
muitos convites para shows, dentre eles, uma festa em Andrada (MG),
onde até hoje residem. Os principais prêmios vieram das
seguintes cidades: Andradas, Caconde, Orlândia, Holambra, Avaré,
Poços de Caldas e Jundiaí. Participaram dos CDs do Terceiro
Festival Sertanejo de Holambra, oitavo e nono Festivais de Música
Sertaneja Raiz, de Avaré e também do 2° "Viola
de Todos os Cantos", estando presentes nas duas edições
deste Festival da EPTV. Tanto David quanto Gilmar são compositores.
João Paulo Amaral
- Serra do Itapeti - Músico, arranjador e compositor, graduou-se
em 2001 no curso de Música Popular pela UNICAMP. Teve contato
com a música caipira desde criança, quando acompanhava
seu pai ao violão. No ano de 2000, começou a aprender
viola e, no ano seguinte, entrou para a Orquestra Filarmônica
de Violas, projeto desenvolvido pela ONG "Núcleo da Cultura
Caipira", na qual atualmente é monitor e arranjador. Em
2002, com sua composição "Sete Luas", conquistou
o primeiro lugar na categoria instrumental, no Festival de Música
Caipira de Poços de Caldas. Naquele mesmo ano, formou o Trio
Carapiá (único trio instrumental de violas caipiras
no país). Dentre outros trabalhos, participou no ano passado
do último CD do cantor e compositor Renato Teixeira, "Cirandas,
Folias e Cantigas do Povo Brasileiro" e em 2001 do CD "Águas
Daqui", da cantora Juliana Amaral, ao lado de músicos
como Robertinho Silva, Natan Marques e Luiz Felipe Gama.
Julio Santin - Irapuru
- O violeiro Júlio Santin, 37, ganhou sua primeira viola aos
dezessete anos, como presente de um tio, logo depois de ingressar
na Faculdade de Medicina de Campo Grande (MS),. Filho do Oeste paulista,
da cidade de Irapuru, o doutor Júlio Santin, atua como Cardiologista
Pediátrico em vários hospitais da capital paulista,
onde vive, construindo suas próprias violas e compondo seus
temas instrumentais, além de participar de encontros de violeiros
por todo o país. Suas maiores influências para compor
e tocar estão nas obras de grandes mestres da viola caipira,
como Bambico, Tião Carreiro, Renato Andrade, Almir Sater e
Gedeão da Viola. Num breve currículo musical, estão
as participações no CD "Viola de Todos os Cantos",
ao lado de Levi Ramiro e do grupo mineiro Vento Viola; e no CD "Viagens
nas Cordas", do violeiro Rio Pardo, onde a sua composição
Quebradas é um dos destaques do disco.
Levi Ramiro - Vaquejada
- Além de compor suas próprias letras e tocar sua viola,
Levi também cria e constrói seus próprios instrumentos.
São violas, violetas, violões e rabecas construídas
numa combinação de madeira e aço. Lançou
seu primeiro trabalho em 1997, o CD "Maracanãs".
Para divulgação deste disco, Levi criou, ao lado do
violonista e arranjador José Esmerindo e do percussionista
Magrão, o Trio Maracanãs, que até hoje faz shows
pelo país. No ano 2000, Levi Ramiro e o grupo mineiro Vento
Viola foram contratados pela gravadora Devil, de São Paulo,
onde gravaram o CD "Viola de Todos os Cantos", que viria
a ser lançado em outubro de 2001, vendendo mais de duas mil
cópias em menos de um ano, com apresentações
pelo interior do estado de São Paulo, Minas Gerais e participações
nos programas Viola Minha Viola, da TV Cultura, e Caminhos da Roça
da EPTV/Globo. Em 2003, Levi Ramiro iniciou as gravações
do CD "Mais Uma Saudade", seu terceiro disco, com lançamento
previsto para agosto de 2004, também pelo selo Devil.
Lopinho - Viola ao Pé do Toco - Nascido em 1950, na cidade
de Januária, Norte de Minas Gerais, Lopinho reside em Campinas-SP
desde 1976, lugar onde aprendeu a tocar viola com o mestre Ivan Vilela,
em 1995. Também teve aulas com o violeiro Levi Ramiro, com
quem compôs a música Terra na Unha, presente no CD "Viola
de Todos os Cantos". Em 2002 Lopinho recebeu o prêmio Lira
de Ouro, músico civil do ano, por serviços prestados
à população de Montes Claros-MG na área
de música e cultura. Atualmente desenvolve o projeto Montes
Claros Rio Acima, em parceria com a Secretaria de Cultura de Montes
Claros e com o Banco do Brasil. Dentro do projeto ensina a construir
e a tocar a viola caipira. Um fruto deste trabalho foi a formação
da Orquestra de Viola de Montes Claros, única orquestra do
mundo em que todos os integrantes constróem o seu próprio
instrumento. Lopinho é cantor, compositor e arranjador de música
raiz e atualmente está preparando o projeto de gravação
do seu primeiro CD, com composições de sua autoria.
Luiz Antonio Costa - Rio
Jacaré - Natural de Boa Esperança do Sul-SP, começou
a estudar música em 1982. Na época, fez parte da Orquestra
Sinfônica de Rio Claro, como primeiro violino. Em 1985, passou
a integrar a Orquestra Sinfônica Jovem de Campinas, sob a regência
do maestro Flávio Florence. Em 1990, através de amigos
violeiros, começou a se interessar pela viola caipira. Sempre
ouvindo Tião Carreiro, Almir Sater e Renato Andrade, entre
outros, se aprimorou como autodidata. Teve aulas com o violeiro Ivan
Vilela na cidade de Souzas e participou de alguns festivais de música
instrumental em Rio Claro e região, chegando a vencer dois.
Ultimamente, dedica-se a compor arranjos para compositores sertanejos.
Toca para duplas da região de Rio Claro, fazendo apresentações
em programas de televisão como Viola Minha Viola, Rincão
Sertanejo e Alvorecer no Sertão, entre outros.
Maurício Soliani
- No Balanço do Ponteio - violonista, violeiro, compositor
e arte-educador. Participou de algumas formações musicais,
como o Grupo Abeto, em Campinas. Em 1985, ganhou o prêmio de
melhor composição musical para teatro da APTC - Associação
dos Produtores de Teatro de Campinas - com a peça "A Árvore
dos Mamulengos". Trabalhou como professor de musicalização
infantil por 10 anos. Em 1995, retornou para sua cidade natal, Penápolis/SP,
onde gravou seu primeiro CD, "Latarola". Em dezembro de
2001 participou do projeto Urbano Acústico, do Itaú
Cultural, com o espetáculo Série Produção
Independente - Ladrilhos do Tempo. Começou a tocar viola em
2001, na ocasião da formação da Associação
dos Violeiros de Penápolis. Trabalha como produtor de áudio
na área publicitária e é regente da Orquestra
Penapolense de Música Raiz. Atualmente, desenvolve composições
instrumentais na viola caipira e realiza pesquisas nas áreas
de ritmos brasileiros e música modal.
Osni Ribeiro - Quase Folia
- Natural de Botucatu/SP, reúne em seu trabalho diversas tendências
musicais e transita com desenvoltura da moda-de-viola ao samba. Apesar
da diversidade de estilos, as obras mais marcantes do cantor, compositor
e violeiro estiveram sempre ligadas às suas raízes interioranas
e à viola caipira. Assíduo freqüentador de festivais
na década de 90, "modas" como Paixão Violeira,
Viola Santa, Brinquedo e Realeza fizeram história em diversas
cidades do interior paulista. Possui extensa discografia em mais de
15 anos de carreira, com 22 títulos que incluem suas obras.
Produziu e compôs temas e trilhas de viola do documentário
"Encanto das Águas", produzido pela EPTV-Campinas
e veiculado em duas edições do "Globo Repórter".
Atualmente têm se apresentado com o projeto "Êta
Nóis", um trabalho de valorização e divulgação
de nossa música regional, além de trabalhar na produção
dos CDs "Rabiola", instrumental de rabeca e viola caipira
e "Mazzaropi", com regravações de músicas
dos filmes do ator e produtor.
Renival Cruz - Polca Campineira - A trajetória musical desse
violeiro iniciou-se em 1996 quando, com a sua viola de dez cordas,
era sempre convidado para tocar em eventos, aniversários e
quermesses. Desde então, só tem se aperfeiçoado
no instrumento pelo qual se apaixonou tendo como mestres Tião
Carreiro e Pardinho, Tonico e Tinoco e outros grandes violeiros. Juntamente
com a dupla Silva e Vioto, em 1997, participou do Programa Viola minha
Viola, na TV Cultura. Em 1998, compôs 9 solos de viola caipira
para a gravação de algumas faixas do CD do duo Morena
e Moreninho. Hoje, Renival figura nos meios musicais levando o som
da viola e suas composições a vários eventos
e sendo convidado de alguns programas de televisão. Em 2002,
esteve no programa Célia e Celma, do Canal Rural. Atualmente,
integra a Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas.
Roberson Conti - Manhã
de Chuva - Com 30 anos de idade, Conti é violonista e guitarrista
já há 16 anos e há 9 é violeiro, além
de fazer arranjo de base e direção musical de formações
musicais. É professor de música em Americana/SP, desde
1995. Atua na produção de CDs para comerciais independentes
e como produtor musical, arranjador, violeiro, violonista e guitarrista.
Foi membro da Orquestra de Viola Caipira de Campinas durante o ano
de 2001. Bacharel em Música Popular pela Unicamp, em 2000.
Ministrou curso de Viola Caipira, em novembro de 2002, pela prefeitura
de Americana. Participa do Projeto do Núcleo de Cultura Caipira
de Campinas.
Vinícius Alves -
Improviso Violado - Nascido em São João da Boa Vista,
interior de São Paulo, o artista ingressou no conservatório
musical da sua cidade e, pelas mãos de Luiz Filipini, conheceu
a viola, em 1986. Conquistou o primeiro lugar na categoria de melhor
música no festival promovido pela TV Record em 1994. Integrou
também o Movimento Sertanejo, evento que reunia cantadores,
dos quais um foi de fundamental importância para a sua formação
artística: Anésio Alves, o Canarinho. Após ingressar
no curso de viola caipira com Ivan Vilela, foi convidado, em 2001,
para fazer parte da Orquestra Filarmônica de Violas, atuando
como professor, monitor e músico integrante. Pelo Núcleo
da Cultura caipira, participou de projetos de iniciação
à viola caipira, ministrando cursos. Em meados de 1998 lançou
seu primeiro CD chamado "Violas e Veredas" e atualmente,
prepara seu segundo disco. Vinícius também é
arranjador e tem várias participações em discos
de outros artistas como: Zé Paulo Medeiros, Nelson Ribeiro,
Sérgio Santos, Oswaldinho Viana, entre outros.
Wagner Silva - Cateretrio
- Músico há 15 anos, atua artisticamente em diversos
estabelecimentos comerciais e culturais em Piracicaba e região,
como também na capital e Estado de São Paulo. O Grupo
de música Instrumental que inspirou o tema "Cateretrio"
é formado por Samuel Gustinelli, no piano, Fernando Nogueira,
no contrabaixo e Wagner Silva, na bateria, eternos estudantes da arte
de combinar os sons. A união com a viola de Rafael Danelon
conferiu um colorido especial e característico à representação
das influências e costumes peculiares ao "Caipirismo"
de Piracicaba.
Mais informações para a imprensa:
Irani
de Souza - MTb 15.635 / Sérgio Fogaça - MTb 20.372
Singular Comunicação
Tels. (11) 5090-0590 / 5093-0226
singularcomunicacao@terra.com.br
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